A espiritualidade frequentemente sai pela janela no instante em que entramos em uma discussão, tropeçamos em uma crise ou caímos em depressão.



A escuridão toma conta tão rapidamente que esquecemos de tudo que aprendemos.



É por este motivo que é bom estudar diariamente, ler uma passagem da torah ou algum texto inspirador, decorar uma citação ou assistir uns minutos de uma palestra para nos lembrarmos do que é realmente importante.



Dê a sua mente algo para mastigar, para que ela não mastigue a si mesma.



Yehuda Berg


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domingo, 24 de janeiro de 2016

A verdadeira condição de um justo - Karen Berg

Uma pessoa justa não é alguém que se tornou puro e, assim, passou a ter condições de fazer palestras e dar de si às pessoas. Ao invés disso, um justo é alguém que, talvez, pare na rua para ajudar alguém sofrendo, mesmo que , digamos, isso faça com que se atrase para uma reunião importante.
Uma pessoa justa, em outras palavras, é alguém que vê o que pode fazer por outra pessoa, e o faz, mesmo se for inconveniente ou desconfortável.
Há uma historia sobre um homem que queria desesperadamente encontrar Deus. Quero dizer, ele realmente queria se conectar com o Criador. Então, o que ele fez? Jejua por alguns dias e depois sobe ao alto de uma montanha para meditar. Finalmente, exausto, chega a um lugar em que pode descansar e continua suas preces ardentemente. Mas nada acontece: não recebe nenhuma resposta de Deus.
Por fim, exasperado, grita:” Deus, Deus”! Onde o Senhor está?”
E Deus responde:” Você pegou o caminho errado, amigo! Estou aqui embaixo, com as pessoas!”
De fato, uma pessoa justa é alguém que se envolve com cuidar e se importar com as pessoas. Certamente não é alguém que sai por aí dizendo para as pessoas o que fazer, mas, isto sim, alguém que entende que ele mesmo, por si só, é apenas um veiculo, um mensageiro para trazer Luz para os demais neste mundo.

Karen Berg

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Fale com Deus

Todos nós temos momentos em que nosso juízo sai voando pelos ares e estamos a ponto de perdê-lo.
E aí?
O que fazer?
Faça uma caminhada e converse com Deus.
É uma terapia grátis. 
Falando sério, coloque para fora suas frustrações, como se Deus estivesse bem ali ao seu lado.
E pergunte: “Por que? O que devo fazer nesta situação? Onde não estou enxergando a verdade? Como posso resolver isso?”
Com certeza as pessoas vão pensar que você é maluco, mas, quem se importa? Geralmente nos apresentamos calmos e bem comportados em público, quando, internamente, estamos na maior confusão.
E, o que estou sugerindo que você faça é o oposto.
Você poderá parecer maluco externamente, mas internamente se sentirá calmo.
Fale com Deus.
Você ficará surpreso com as respostas que receberá.
E com a tranqüilidade que pode existir dentro de você.
Por: Yehuda Berg

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Caminhando com D'us

A cabala nos diz que a mente tem 70 caminhos.
Isso pode parecer improvável, mas na verdade, nós usamos muitos caminhos todo
o tempo.
Lembra quando você aprendeu pela primeira vez como dirigir?
Você não suportava qualquer distração. 
Se alguém começava a conversar, você pedia para ele ficar quieto.
Era um foco total na pista.
Agora pense em todas as atividades que você faz enquanto dirige: mexe no rádio, planeja o dia, fala no telefone, aprecia o cenário, procura por uma vaga no estacionamento – e dirige o carro também!
Controlando os diferentes caminhos, você pode crescer exponencialmente o seu poder para viver.
É sabido que Rav Yehoshua Leib Diskin (séc. XX Israel) podia escrever 2 cartas, uma com cada mão, enquanto conversava com alguém ao mesmo tempo – mais o que passava pela cabeça dele.
Essa habilidade não acontece da noite para o dia.
Como nos malabares, antes que você possa coordenar 3 bolas, primeiro tem que saber como pegar elas.
Para desenvolver a concentração, escolha um pensamento, foque-se intensamente, e trabalhe nele. (É claro, o pré-requisito para se concentrar em uma ideia totalmente é que ela precisa ser interessante e importante para você).
Uma vez que você dominou um caminho, você pode expandir para os outros 69
caminhos da sua mente.
No Judaísmo, nós dizemos “shviti Hashem lenegdi tamid” - “Eu ponho D-us ante mim sempre”
Um caminho deve ser sempre reservado para D-us.
É como se você estivesse casado, você não quer para ir para um lugar e esquecer da sua esposa.
Assim também, não é bom esquecer de D-us.
Caminhe com Ele o tempo todo.
Por: Rav. Noach Weinberg

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Acreditar em D'us

Abraão, pai de todos nós, questionou a justiça de D'us.
Moisés fez o mesmo.
Rabi Akiva também o fez.
E assim fizeram muitas almas iluminadas.
Você não é o primeiro. 
Dentre todos que questionaram, havia duas abordagens:
Os que falavam a sério, e os que não falavam.
Os que queriam entendimento, obtiveram entendimento — uma sensação de nada ao encontrar uma realidade muito além de nossas mentes insignificantes.
Aqueles que perguntavam, mas não queriam entender, nada obtiveram.
Elie Wiesel perguntou ao Rebe: "Como você pode acreditar em D'us depois do holocausto?"
O Rebe respondeu a Elie Wiesel: "Como você pode não acreditar em D'us depois do holocausto?"
A última coisa que eu soube foi que Elie Wiesel estava acreditando em D'us.

Tzvi Freeman

sábado, 22 de junho de 2013

D'us é infinito

D’us não é somente grande - Ele é infinito.
Se Ele fosse somente “grande”, então as coisas que são pequenas seriam mais distantes dEle do que aquelas coisas que são grandes.
Mas em relação ao Infinito, pequeno e grande são termos irrelevantes.
Ele está em todo lugar e é encontrado em todo lugar que quer ser encontrado.

Por: Tsvi Freeman