Eu tenho viajado muitos esses dias.
Muito.
Adoro conhecer novos rostos, ouvir suas histórias de transformação, compartilhar lágrimas e sorrisos.
É um trabalho gratificante.
Mas não é um trabalho confortável – e é por isso que o adoro.
Somos constituídos de duas facetas: a espiritual e a física.
A espiritual é minha alma.
A física é meu corpo, meu ego, meu intelecto e qualquer coisa que vier junto com isso. Essas facetas não podem compartilhar o poder.
Em cada momento específico, uma delas está no comando.
Em cada momento específico, uma delas está sendo alimentada.
Quando estou desconfortável, fora da minha zona de conforto, a minha alma se regozija. Ela se aproxima da sua fonte, se aproxima do seu propósito.
O desconforto aparece sob muitas formas. Humilhação. Dor. Confusão.
Basicamente a qualquer hora que eu esteja indo pró-ativamente e até mesmo reativamente contra a minha natureza – que é buscar conforto.
Dentro dessa verdade espiritual está um grande segredo para ganhar mais controle sobre nossa vida.
O desconforto é inevitável.
Mas quando o iniciamos, é nos nossos termos, e ao escolhê-lo, nós nos conectamos com muito mais Luz do que se o desconforto simplesmente acontecesse na nossa vida.
Então, eu desafio você a se desafiar.
Seja honesto e faça uma lista do que é desconfortável para você.
As coisas que fazem você se encolher, se esquivar, ficar vermelho.
E vá atrás dessas coisas.
Admita suas falhas.
Seja voluntário mais uma hora.
Atenda aquele telefonema que você ia preferir que fosse para a caixa postal.
Resista até à vontade de tomar um remédio quando tiver uma dor de cabeça...
Mesmo que seja só por mais alguns minutos.
Quanto mais você se encontrar fora da sua zona de conforto, mais você se libertará das limitações do mundo físico.
Por: Yehuda Berg
(repasse Marcelo Veneri)
A espiritualidade frequentemente sai pela janela no instante em que entramos em uma discussão, tropeçamos em uma crise ou caímos em depressão.
A escuridão toma conta tão rapidamente que esquecemos de tudo que aprendemos.
É por este motivo que é bom estudar diariamente, ler uma passagem da torah ou algum texto inspirador, decorar uma citação ou assistir uns minutos de uma palestra para nos lembrarmos do que é realmente importante.
Dê a sua mente algo para mastigar, para que ela não mastigue a si mesma.
Yehuda Berg
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