Meu irmão Michael falava para uns estudantes em Los Angeles no fim de semana passado, sobre a importância do reconhecimento.
Ele repetiu algo que meu pai nos ensinou quando crescíamos: no momento que se perde o reconhecimento, se perde a relação.
A lição para lembrar é:
- Nossa conexão com os outros, com nós mesmos, e finalmente com a Luz do Criador, começa e termina com o reconhecimento.
Isto é algo que você sabe.
Somente desejo te lembrar da grande importância de constantemente lutar pelo reconhecimento.
Não se engane, é uma briga.
Uma batalha.
Uma guerra.
É fácil explodir em ira e indignação, difícil é lutar a batalha interna contra o ego (ciúmes, insegurança, ressentimentos, dúvidas, e você podem imaginar o resto).
Quem são aquelas pessoas em sua vida que você começou a aceitá-las?
A melhor forma de receber esse agradecido reconhecimento de volta é imaginar como seria a vida sem elas.
Aprendemos na Cabala que devemos aceitar as pessoas com elas são Se quisermos continuar tendo elas em nossas vidas!
Se!
A apreciação gera reconhecimento, e reconhecimento junto com a apreciação mantém os relacionamentos, e ainda faz mais: atraem uma energia (Luz) que irá não só mantê-las, mas também melhorá-las!
E para ajudar a despertar mais a nossa consciência repito: (...) aquilo que não apreciamos faz com que (Deus não permita) tenhamos que perdê-la para então criarmos um Desejo (que atrai a Luz) e então recuperarmos o que tínhamos.
Reconheça seus “tesouros” e melhore todos os relacionamentos!
Por: Yehuda Berg e Shimon Ferreira
(repasse Marcelo Veneri)
A espiritualidade frequentemente sai pela janela no instante em que entramos em uma discussão, tropeçamos em uma crise ou caímos em depressão.
A escuridão toma conta tão rapidamente que esquecemos de tudo que aprendemos.
É por este motivo que é bom estudar diariamente, ler uma passagem da torah ou algum texto inspirador, decorar uma citação ou assistir uns minutos de uma palestra para nos lembrarmos do que é realmente importante.
Dê a sua mente algo para mastigar, para que ela não mastigue a si mesma.
Yehuda Berg
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